Tribuna do Norte – Há um ano à frente da Divisão de Precatórios do TJRN, Tatiana Socolosck, conta que a dificuldade inicial – a total falta de informação – já foi superada. O levantamento coordenado pelo setor em nove mil processos que estavam parados deu, pela primeira vez, ciência a todos os entes sobre o montante das dívidas. “Foi um trabalho minucioso, partindo do zero, já que não havia informação disponível sobre como e se o ente vinha pagando, o valor da dívida, se o TJRN estava pagando, quanto e a quem”, afirmou.
O acesso a informação é importante para o conhecimento do cidadão, que passará a saber como parte do dinheiro público de seu município está sendo aplicado. A divulgação dos precatórios atende ao pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Apenas sete municípios do Seridó não possuem dívidas de precatórios. São eles:
Acari/ Bodó/Cruzeta/ Ipueira/ Lagoa Nova/ Santana do Seridó e São Vicente

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